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Tendo exercido atividades nas áreas de Administração de Bens, jornalismo, marketing, agricultura e mineração. Atualmente se dedica a produção de livros, tendo traduzido para o idioma português as obras: "Os Deuses Atômicos", "O Irmão Branco", "Fraternidade" e "AUM". É de sua autoria "O Livro da Lei para o Povo Suplicante". Pratica Astrologia Esotérica, ocultismo e exerce atividades como: escritor, palestrante e atividades sociais.

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Um pouco sobre o Blog ...

Este Blog abrange todo o nosso aprendizado nestes 54 anos de estudos onde percorremos as escolas compreendidas pelo espiritismo, cristianismo, teosofia, budismo, zen-budismo, hinduísmo, rosa-crucianismo e gnose, não descurando da astrologia, astronomia e todas as ciências físicas com suas derivações.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O DOM SUPREMO

O entendimento do Dom Supremo é um dos grandes problemas que normalmente povoam nossos vôos para a espiritualidade superior, uma vez que normalmente nos perdemos num mar de instruções, caminhos, leituras, religiões e outras procuras objetivando conquistá-lo. Mas, mesmo tropeçando em nosso próprio entendimento e gastando uma parte de nossa vida sem conseguir atingir nosso objetivo, na maioria das vezes sintetizamos apenas uma parcela das informações que recebemos e estas não são suficientes para nos deixar perceber como realmente devemos agir para nos unir a Divindade, ou seja, o caminho correto e definitivo que nos facilitaria essa união.

Todos, em algum momento de nossas vidas, ao iniciarmos nosso acordar espiritual, fazemos as mesmas perguntas que todas as gerações já fizeram para si mesmas, pois sabemos interiormente que esta é a coisa mais importante de nossa existência.

Esta pergunta é: O que posso fazer para encontrar Deus?
Ao se chegar a esse ponto, todos querem empregar da melhor maneira possível seus dias, no afã de encontrar essa Divindade tão próxima e ao mesmo tempo tão distante, pois sabemos interiormente que Ela está dentro de nós e que ninguém pode fazer esse trabalho, a não ser nós mesmos. Nele, a realização pessoal é imprescindível.
Também, nessa época, os ensinamentos que procuramos parecem milagrosamente vir ao nosso encontro indicando, cada filosofia e cada doutrina, uma Senda a ser percorrida e, no afã desse encontro tão ansiado com a Divindade, embarcamos de mente e coração naquilo que nos parece o melhor caminho.
A maioria, tocada por este sentimento que se chama fé, passa a considerar que a mesma é o caminho mais correto para a aproximação com Deus. Entretanto, depois de algum tempo, os artigos de fé antes considerados inabaláveis, vão sendo substituídos por novas realidades que chegam ao nosso entendimento e terminam por fazer com que alguns abandonem suas crenças, substituindo-as por outras, e culpando a Divindade ou o objeto de fé por não ser aquilo que tinha entronizado como verdade absoluta em suas pequenas compreensões.
Outros preferem a devoção, achando que, pelo agrado que possam fazer a Deus, este, provavelmente agradecido pelas loas e orações que lhe são dedicadas, eximirá o devoto de seus muitos outros defeitos de caráter, bem mais difíceis de serem extirpados do que as fáceis práticas de adoração que ele faz com cara de grande sofrimento, pensando enganar alguém além de si mesmo.
Outros ainda consideram que o cumprimento dos Dez mandamentos nos qualificaria totalmente para as benesses Divinas, apesar de, depois de mais de quatro mil anos em que estes teriam sido ditados para Moisés, parecem inadequados para a vivência no mundo moderno e, de certa forma, também para a nossa Salvação.
Encontramos também nesse afã muitos adeptos da caridade, pois às vezes jogar uma moeda é muito mais fácil do que deixar de fazê-lo. Ajudar os mais necessitados, os doentes e amparar os deserdados teria sido uma recomendação do Mestre Jesus, que afirmou que todas as vezes que assim procedêssemos em Seu nome, estaríamos ajudando a ele mesmo. Porém, muitos dos que assim procedem, o fazem mais por disciplina do que por espírito de compaixão, esperando naturalmente receber alguma coisa ou vantagem por ter dado do que lhe sobrava.
Em nossa procura por Deus chegamos as Igrejas, Centros Espíritas, Fraternidades e Sociedades religiosas, esperando ali encontrar uma proximidade maior com a Divindade, porém quase sempre encontramos homens e mulheres com atitudes beligerantes, fanáticas, intolerantes e agindo como autoridades incontestáveis sobre uma verdade que elas mesmas parecem desconhecer totalmente.
Buscamos a sabedoria e encontramos conceitos fundamentados em disciplinas que agridem os mais ínfimos preceitos da paciência e do entendimento.
Alguns, porém, persistem no afã, mais por medo de confessar um fracasso do que por ter achado a verdade, muitas vezes superior a eles mesmos.
Não é raro abandonarmos tudo e continuarmos a nossa "vidinha" comum, afastados de nossa procura real, apenas por não termos sido compreendidos e servidos como a nossa Alma anelava, mas que infelizmente, o mundo parece não se importar com isso.
Temos fé, espírito caritativo, demonstramos devoção, estamos prontos para servir, porém sempre nos falta algo e não chegamos a encontrar alguém para nos ensinar o que realmente é fundamental para responder ao nosso despertar espiritual. E esse "algo fundamental" que faltou como cerne de nossa procura pode ser resumido numa única palavra: Amor, sentimento que verdadeiramente falta em nossas religiões, instrutores, doutrinas, fraternidades, etc. etc., não porque esta palavra não se encontre em todos os lugares e situações mencionadas, mas porque ela não é compreendida e percebida como a chave que abre a porta para chegarmos a Deus e é o fundamento real de todas as religiões. Geralmente falamos em amor como falamos qualquer outra palavra e não chegamos a compreender seu verdadeiro significado. É sobre isto que quero discorrer hoje em nossa conversa.
Primeiramente, quero deixar claro aquilo que todos já "sabem" entres aspas, ou seja, Amor, em verdade, é a coisa mais importante de nossa existência. É o único caminho que nos faz encontrar Deus.
Mas agora aqui cabe uma pergunta: O que é Amor?
Cada um de nós tem um conceito pessoal sobre isso, mas hoje temos mais possibilidade de defini-lo por aquilo que ele não é do que pelo que ele é. Amor, por exemplo, não é o que acontece com duas pessoas que se apaixonam; este tipo de afeição é exclusivista, junta duas pessoas, mas a maioria das vezes as separa daqueles que as amam realmente e fere impiedosamente aqueles que se lhe opõe. Amor, poderíamos dizer, não é querer para si, mas ao contrário, um sentimento de entrega, que envolve a tudo e a todos, como nos foi ensinado pelo Mestre Jesus e vivenciado por S. Francisco de Assis.
Mas a melhor definição que pudemos encontrar da palavra Amor está em Paulo, em sua primeira carta aos Coríntios, onde ele também começa definir amor pelo que ele não é e termina por nos dizer como o Amor pode ser percebido pela compreensão humana.

Em sua 1ª. Carta aos Coríntios (Cap. 13, versículos de 1 a 3), Paulo nos diz:

O DOM SUPREMO

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que ecoa, ou como o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, nada serei.
E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres, e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
O amor é paciente, é benigno,
o amor não arde em ciúmes,
não se ufana,
não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente,
não procura os seus interesses,
não se exaspera,
não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência passará; porque em parte conhecemos e em parte profetizamos.
Quando, porém vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.
Porque agora vemos como em espelho, obscuramente, então veremos face a face; agora conheço em parte, então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três: porém o maior destes é o amor.

Ele começa afirmando que o dom da perfeita comunicação entre o céu e a terra, (Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos), sem amor, isto deixa a desejar, pois não teria o poder de nos colocar em comunhão com a Divindade e seria como o bronze que ecoa, ou como o címbalo que retine, ou seja, palavras levadas pelo vento.
Em seguida cita valores que todos gostaríamos de possuir, tais como a própria sabedoria divina e a dos homens e mesmo possuir a fé do tamanho da semente de uma mostarda, pois tudo isso sem amor, nos diz Paulo, não integra o homem a Deus.

Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, nada serei.

E depois, ainda contrariando nossos conceitos dos valores espirituais, deixa claro que a caridade, mesmo aquela que nasce pelo sentimento da mais pura solidariedade e do próprio sacrifício de nosso bem-estar ou de nossas vidas, sem amor, nada aproveitará ao homem que procura, como vemos neste versículo:

E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres, e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.

Continuando, Paulo nos fala da importância do amor, mas depois das palavras demolidoras anteriormente expostas, passa, apenas, a explicar alguns dos atributos do amor, utilizando exatamente a linguagem da analogia, só afirmando positivamente dois desses atributos: O amor é paciente, é benigno. O restante, passa a explicar o que o amor não é, mas não diz o que o amor é. 


O amor é paciente, é benigno,
o amor não arde em ciúmes,
não se ufana,
não se ensoberbece,
não se conduz inconvenientemente,
não procura os seus interesses,
não se exaspera,
não se ressente do mal;
não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.

Prossegue tentando explicar como se comporta o amor (Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta); fala de sua eternidade (O amor jamais acaba), de sua supremacia sobre todos os outros dons considerados divinos e importantes em sua época (mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência passará; porque em parte conhecemos e em parte profetizamos) e, sutilmente, começa a utilizar uma linguagem esotérica, nomeando-o "o perfeito", afirmando que quando Ele se manifestar, o que é parte será aniquilado, ou seja, deixará de existir (Quando porém vier (Aquele que é) o perfeito, então o que é em parte será aniquilado). Nisto fica então evidenciado outro atributo do Amor: sua capacidade de integração da totalidade da vida emanada, com o Criador, ou seja, o amor é o único caminho para a própria Divindade. Quando Ele vier (O amor, ou seja, a própria Divindade), o homem, que é parte, se integra no Todo.
E, ainda utilizando linguagem esotérica, deixa sua mensagem sobre o que é amor, ou seja, que é algo inexplicável, que a humanidade ainda infantil, não tem condições de abandonar a estrutura mental em que baseia seus pensamentos para chegar a compreender o que é o amor (Quando eu era menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino). Que somente quando ela se tornar adulta espiritualmente e desistir de seus conceitos terra a terra, o homem poderá olhar sua própria imagem como ela realmente é: face a face, o homem como a Própria Divindade e, deixando de ser parte, ele se integra no Todo, sendo reconhecido pela Divindade como Ela própria nos conhece (Porque agora vemos como em espelho, obscuramente, então veremos face a face; agora conheço em parte, então conhecerei como também sou conhecido).
Finaliza testificando que entre aqueles valores que o homem reputa como os maiores, o Amor é o maior deles (Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, destes três, porém, o maior deles é o amor).
Mas, neste caso, ainda cabe a nós perguntar: o que é o Amor? Que tipo de sentimento especial é esse tão comentado e tão aparentemente inacessível?
Paulo, como vimos, não chega a defini-lo. Apresenta-o como algo composto de vários atributos, mas não chega a sua síntese. De certa forma, compara-o à luz atravessando um prisma cujos raios formam um arco-íris de virtudes que devemos praticar em todos os momentos de nossas vidas, sem as quais não estaremos vivenciando o amor e chega a declarar nesta carta aos Coríntios que o amor é composto de nove ingredientes:
1 – Paciência: "O amor é paciente".
2 – Bondade: O amor é benigno".
3 – Generosidade: "o amor não arde em ciúmes".
4 – Humildade: "não se ufana nem se ensoberbece".
– Delicadeza: "O amor não se conduz inconvenientemente".
6 – Entrega ou dação: "Não procura seus interesses".
7 – Tolerância: "não se exaspera".
8 – Inocência: "não se ressente do mal".
Sinceridade: "não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a    verdade".
Ou seja, estas virtudes compõem o Dom Supremo, ou seja, o Amor, e a ausência de qualquer uma delas em nossas atitudes na vida diária, nos impede de experimentá-lo, porque, neste caso, ou estamos com a Divindade, que é o puro amor, ou estamos contra ela, negando-a, através do desamor.
Entenderam a essência dessa Carta?
Nela Paulo diz que amor é "O Perfeito", a própria Divindade, que se manifesta em nós, e só poderemos experimentá-Lo quando estivermos identificados com a Perfeição de nossas atitudes que é a vida d"O Perfeito" que existe em todos e cada um de nós. Sua essência é uma vibração que não pode descer sequer uma oitava de Seu Plano de consciência. Nós é que temos de ir a Ela pela profunda aspiração de nos identificarmos com sua realidade. A própria Divindade é aquilo que denominamos amor, Ela é integrante, participativa, envolvente, mas ao mesmo tempo libertadora, serena e tranqüila por excelência por conhecer tudo em relação a nós, inclusive a nossa final integração em sua essência, quando realmente deixarmos que Ela, o Amor, faça parte de nosso viver dia a dia.
Mas não podemos terminar sem outra pergunta: Tem o homem condições de vivenciar o Amor?
A resposta é:
- No estado de consciência em que se encontra atualmente, NÃO!
Esta vibração é incompatível com os tipos de vibrações provocados nos corpos do homem pela impaciência, pela maldade, pela usura, pela soberba, pela grosseria ou indelicadeza, pelo egoísmo, pela perfídia, pela mentira e, principalmente, pela intolerância e preconceito, sempre presentes na vida das pessoas que se julgam virtuosas, como nós aqui presentes, que provavelmente nos julgamos melhores do que os espíritas, que os protestantes e que os católicos, para não dizer de outras comparações que fazemos, comparações estas sempre ausentes de um critério em que, costumeiramente, a presença d´O Perfeito, ou seja, da Divindade, o Amor que reside em cada um de nós, é repudiada por desnecessária, mais por não se ajustar aos nossos critérios de certo e errado, proporcionando-nos conforto à mente do que por qualquer outra razão. Estas atitudes são consideradas como exercício inalienável de nosso livre arbítrio para o que chamamos de nossa felicidade pessoal. Porém posso dizer aos meus irmãos aqui lendo a presente mensagem: Estritamente falando, no pessoal não existe a Divindade,  porque ao nos afirmarmos como personalidades, costumamos repudiar as virtudes que a testificam e nos tornam perfeitos como veículos de sua manifestação.
O Amor é da natureza d´O Perfeito e só quando pudermos participar desta natureza é que poderemos experimentar o Amor. Não nos enganemos. É a Lei da vida que assim nos revela. Nossos esforços para atingir essa natureza devem ser mais incessantes do que o afã do sedento que está no deserto para encontrar água límpida e fresca. O amor é a verdadeira vida e a natureza da própria vida. Morremos em cada existência porque não chegamos a realizar o Amor que, como diz Paulo, "jamais acaba" e, repetimos nós, o amor é a verdadeira vida.
A vibração mais próxima do amor para nós é a compaixão.
— A temos cultivado?
— Temos nos deixado envolver pelas dores e sofrimentos de nossos semelhantes, comparticipando de suas desditas, sem o desequilíbrio provocado pelas emoções inconseqüentes que nos fazem duvidar do amor de Deus para suas criaturas?
— Temos também procurado socorrer silenciosamente aqueles que sofrem, com nossas orações e vibrações de simpatia e solidariedade, sem maldizer as condições sociais a que estão expostos? A compaixão é o único sentimento nobre que se nos aproxima de Deus. É o Amor que o ser humano pode sentir e sua natureza é da mesma luz que passa pelo Prisma de nosso coração, refratando-se nas nove virtudes inerentes ao Amor.
A compaixão é também a chave para o contato com nossos irmãos dos Reinos Elementais da Terra, Água, Fogo e Ar e só quando a estivermos estampada em nossa Aura (sua cor é rosa claro perolizado) teremos entrada normal nesses reinos onde a beleza é uma das formas do Amor.
Cultivemos o Bem e colheremos na única árvore que pode nos alimentar por toda a eternidade.
Meus irmãos, muito poderíamos ainda falar do amor e assim mesmo seríamos incapazes de definí-lo como gostaríamos de fazê-lo.
Hoje ficamos por aqui. Espero que meditem profundamente no amor e sinceramente acordem para a realidade de sua natureza. O Amor é o Dom Supremo porque é a Própria Divindade. Experimentar amor é vivenciar Deus. "Acheguemos-nos a Deus, para que Deus se achegue a nós". Cultivemos sua Luz, deixando que seus nove raios iluminem nossas vidas. Aí está nossa verdadeira salvação.
Panyatara.

Um comentário:

  1. O amor é "O Perfeito", a própria Divindade, que se manifesta em nós, e só poderemos experimentá-Lo quando estivermos identificados com a Perfeição de nossas atitudes que é a vida d"O Perfeito" que existe em todos e cada um de nós.
    Essa definição sobre o "amor" é bem interessante, não percebemos nem compreendemos o que na verdade existe dentro de nós. Precisamos mais e mais dar atenção ao nosso Ser Interno para que possamos desenvolver pelo menos a "compaixão", que já é um passo para esse "amor", que é "O Perfeito", ainda desconhecemos. Vivemos em função da Personalidade que também é necessária para o nosso desenvolvimento, mas não podemos deixar de compreender que existe "algo" muito mais superior. É como o Prof. Jayr diz: "tudo é simples", "amar" é simples, nós é que dificultamos todo o processo. O amor nutre, o amor conforta, o amor ensina. o amor perdoa, o amor esclarece, o amor mostra o caminho da verdade e da vida, o amor é toda fonte de inspiração, é a luz que está no nosso coração e que nos faz VIVER!

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